PEIXEBOI
MÚSICA PARAIBANA NA VEIA
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Samba pro seu dia - Madalena Moog
Samba pro seu dia
“A arte não pode ter preço / Justamente por isso é coisa sem valor…” A frase, ambígua, é de “O movimento romântico”, música do/no novo álbum da banda paraibana Madalena Moog, “Samba pro seu dia”. Trata-se do trabalho mais recente e mais trabalhado da banda. Depois de várias sessões de gravação – de junho a agosto de 2010 –, de várias sessões de mixagem e masterização (de setembro o outubro), todas realizadas no estúdio Peixe-Boi, parece que, finalmente, vem aí mais uma faceta dessa banda que, como Patativa Moog (vocal, guitarra) diz, não “sabe como se classificar”. E nem precisa. “Samba pro seu dia” será o segundo álbum da banda, e como o próprio nome denuncia, traz um conteúdo bem mais centrado na música brasileira, misturando rock com samba e com carnaval – palavra reincidente –, uma festa.Fonte: Renato Abreu - Site Yellow Domain
Baixe Aqui:
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Missão do Poeta - Paulo Roh
Paulo Roh :
" Missão do Poeta "
Produção: Marcelo Macêdo e Paulo Roh
Baixe Aqui : http://www.mediafire.com/?ih2pti095d09tt9
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Baiãozinho NuAr (Sete Sóis) - Assis Medeiors
Assis Medeiros emenda regionalismo e rock ‘n’ roll Por: astier basílio - 29/09/2010
Ao ouvir a pergunta: “de onde você é”, o cantor e compositor Assis Medeiros não hesita: “Sou paraibano. Só fiz nascer em Recife, mas fui à Paraíba com dois anos. Minha mãe mora aí, no Cabo Branco”. Residindo em Brasília, depois de uma temporada no Maranhão, Assis gravou um álbum duplo: Baiãozinho Nuar (Sete Sóis). “Não vejo incompatibilidade em tocar uma viola de dez cordas e uma guitarra, por exemplo. Os dois discos têm sonoridades completamente diferentes, tanto é que a canção de abertura de Baiãozinho está fechando o Nuar, só que com arranjos totalmente diferentes”.
O primeiro disco, como o nome sugere, tem uma levada mais regional. O segundo, vai numa linha mais rock, com uma guitarra mais presente, com um acento mais pop. Em ambos, porém, percorrem as referências à cultura popular paraibana e do maranhense.
Quando falamos em “baião”, no trabalho de Assis Medeiros, é bom dizer que não estamos diante do baião com triângulo, zabumba e sanfona. É uma releitura que vai nas sutilezas rítmicas de Luiz Gonzaga. “Minha mãe ouvia três artistas: Luiz Gonzaga, Roberto Carlos e Ivanildo Sax de Ouro”.
Na canção “Juazeiro”, o Rei do Baião já tinha como inspiração as melodias dos cantadores. E é esta canção quem se faz ecoar em “Coqueiro”, uma das músicas do disco de Assis.
Curiosamente, outra inspiração muito evidente é João Gilberto. Seja pela forma calma de cantar seja, conforme o próprio Assis lembrou na entrevista, pela preferência da dissonância. “Sim, João Gilberto é mesmo uma referência. Mais do que, inclusive, a bossa nova - eu nem aguento ouvir bossa”, confessa, rindo.
Apesar de ter tocado na noite - “comecei em uma barraquinha no Cabo Branco”, conta Assis -, o repertório dos discos é completamente autoral. Embora em alguns momentos dê para sentir ecos de Lenine, Assis nega qualquer influência. “Temos em comum as mesmas referências: Led Zeppellin e Luiz Gonzaga. Quando Lenine aconteceu, eu já tinha a minha formação musical consolidada”, explica.
Lançamento na Paraíba? “Não tenho uma data definida ainda, mas acredito que vai ser até mais fácil, pois todos os músicos que participam do meu disco são daí”.O primeiro disco, como o nome sugere, tem uma levada mais regional. O segundo, vai numa linha mais rock, com uma guitarra mais presente, com um acento mais pop. Em ambos, porém, percorrem as referências à cultura popular paraibana e do maranhense.
Quando falamos em “baião”, no trabalho de Assis Medeiros, é bom dizer que não estamos diante do baião com triângulo, zabumba e sanfona. É uma releitura que vai nas sutilezas rítmicas de Luiz Gonzaga. “Minha mãe ouvia três artistas: Luiz Gonzaga, Roberto Carlos e Ivanildo Sax de Ouro”.
Na canção “Juazeiro”, o Rei do Baião já tinha como inspiração as melodias dos cantadores. E é esta canção quem se faz ecoar em “Coqueiro”, uma das músicas do disco de Assis.
Curiosamente, outra inspiração muito evidente é João Gilberto. Seja pela forma calma de cantar seja, conforme o próprio Assis lembrou na entrevista, pela preferência da dissonância. “Sim, João Gilberto é mesmo uma referência. Mais do que, inclusive, a bossa nova - eu nem aguento ouvir bossa”, confessa, rindo.
Apesar de ter tocado na noite - “comecei em uma barraquinha no Cabo Branco”, conta Assis -, o repertório dos discos é completamente autoral. Embora em alguns momentos dê para sentir ecos de Lenine, Assis nega qualquer influência. “Temos em comum as mesmas referências: Led Zeppellin e Luiz Gonzaga. Quando Lenine aconteceu, eu já tinha a minha formação musical consolidada”, explica.
Informações : myspace.com/assismedeiros
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Sombras Dolentes
SOMBRAS DOLENTES
Direto dos anos 80 Remasterização apertir de uma fita K7
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http://www.mediafire.com/?12zaa22uun17shx
Direto dos anos 80 Remasterização apertir de uma fita K7
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